Das civilizações mais antigas às modernas, as cidades crescem e acompanham um desenvolvimento através de necessidades vindas de fatores sociais, políticos, culturais e tecnológicos. Em cada fase, cronologicamente falando, houve um momento de ascensão em um determinado ramo. Dentre eles, a difusão das teorias científicas e a revolução industrial foram predominantemente importantes para o desenvolvimento humano. Hoje, destacamos como marco a globalização, fenômeno que se dá pela formação de uma “civilização globalizada”, onde há homogeneização e expansão tecnológica.
Um assunto amplo e de grande relevância atualmente, ligado à globalização, é a Cidade Digital, que é a criação e a elaboração de infra-estrutura em uma determinada região para tornar público e massificar o acesso às tecnologias de informação. Nascem do interesse de integrar o meio urbano e eletrônico através, especialmente, de telecentros, quiosques multimídia, áreas de acesso e serviços, projetos comunitários que visem o desenvolvimento local, preços acessíveis, provendo qualificação, informação e conhecimento à população. Modelagens 3D, tecnologias, redes sem fio, mobilidade em celular, Wi-Fi, navegação por GPS e geolocalização configuram, também, as cidades digitais e são facilidades que já tomaram conta do cenário nacional, agregando população e acesso, e difundindo a comunicação à distância.
Um dos mais importantes objetivos do governo com as cidades digitais é garantir acesso à internet para toda a população em até cinco anos. Para isso, o Ministério das Comunicações elaborou um Plano Nacional de Cidades Digitais, que visa levar banda larga a todo o país; esse plano apóia estados e municípios com propostas de cidades digitais. Entre muitos projetos, podemos citar o Protec TI (curso técnico para alunos do último ano do ensino médio, com apoio de empresas), a Praça do Conhecimento (centro de inovação e interação com a comunidade na área de ciência e tecnologia) e a Floresta Digital (serviço público de acesso grátis à internet em banda larga por meio de conexões sem fio). Exemplos de implementação de redes sem fio no Brasil são as cidades de Almerin (PA), Belo Horizonte (MG), Ouro Preto (MG), Parintins (AM), Piraí (RJ) e Sud Menucci (SP).
Por tudo isso, pode-se dizer que o Brasil está mais próximo dos países desenvolvidos no âmbito tecnológico, assunto que é cada vez mais pauta de discussões, com novidades e soluções, integrando a população ao mundo digital.
A ProTeste enviou ofício à Anatel nesta quinta, 16, em que demonstra sua preocupação sobre artifícios que as empresas estariam utilizando para não aplicarem as regras de qualidade da banda larga que entrarão em vigor em novembro.
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