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Metas de cobertura de cidades médias e grandes com redes 3G está adiantada

As análises feitas pelo Atlas Brasileiro de Telecomunicações mostram que a partir de abril, quando completam a meta de cobertura das redes 2G, as operadoras de celular já terão caminhado significativamente em relação às metas de cobertura de 3G, que precisam ser implementadas até 2016. As metas são as seguintes: 1) 60% dos municípios com menos de 30 mil habitantes deverão estar atendidos com redes 3G até abril de 2016, e as obrigações de atendimento começam a partir de 2013; 2) 50% dos municípios que tenham entre 30 mil e 100 mil habitantes precisam ser atendidos com redes 3G até 2013; e 3) 100% dos municípios com mais de 100 mil habitantes precisam ser atendidos com redes 3G. A meta mais complexa, evidentemente, é a que exige a cobertura das cidades com menos de 30 mil habitantes. Existem hoje 4.497 municípios nessa categoria no Brasil, das quais apenas 190 têm, hoje, redes 3G. Essa cobertura precisará chegar a nada menos do q

O Brasil após a privatização das Telecomunicações

O Brasil é um país de grandes proporções e em constante desenvolvimento, no qual as telecomunicações são de suma importância e têm a comunicação a longa distância como responsável por uma grande rede de informações e tráfego de dados.

Num país como o Brasil as redes de telefonia tiveram que acompanhar seu desenvolvimento e dessa necessidade originou o grande crescimento do setor que, em 1960, possuía um sistema falho, com apenas um milhão de telefones fixos instalados, péssima qualidade de serviços e uma demanda, não atendida, por novas linhas telefônicas. Paralelo a isso, as comunicações internacionais eram feitas por rádio e seus preços eram elevados, tornando-as inacessíveis para grande parte da população.

Esse processo de desenvolvimento do setor começou a apontar após o período de monopólio estatal pela Telecomunicações Brasileiras S.A. (TELEBRÁS), compreendido entre 1972 e 199

Decreto de criação do plano de banda larga revitaliza Telebrás como gerente de redes

[caption id="attachment_264" align="alignleft" width="120" caption="Banda Larga"]Banda Larga[/caption] Nem bem 2010 começou e o trabalho do governo para criar um Plano Nacional de Banda Larga já resultou em uma minuta de decreto para o ponta-pé inicial do projeto. O documento preliminar vem passando por ajustes desde dezembro de 2009, mas já conta com alguns pontos definidos, segundo fontes que conhecem o texto. O principal aspecto já definido no plano é que a Telebrás é de fato a estatal escolhida para gerenciar o projeto, como já vinha sendo colocado. Fontes que conhecem o documento confirmam que a empresa é citada nominalmente na minuta de decreto, tendo como função o gerenciamento das redes das elétricas que serão usadas para a composição da infraestrutura pública de banda larga, infraestrutura pela

Serviços em tempo real permitem ao internauta ver e ser visto no Ano-Novo e nas férias

[caption id="attachment_260" align="alignleft" width="150" caption="Ano Novo"]Ano Novo[/caption] Para as pessoas que querem mostrar em plena noite de Ano-Novo a sua comemoração aonde quer que estejam ou os melhores momentos das férias, a internet tem programas gratuitos que podem transmitir mensagens de texto, som e vídeo em tempo real a partir do PC ou aparelho celular. Um dos mais famosos para gravar vídeos é o Qik. O usuário cadastra seu telefone e e-mail e recebe por uma mensagem de texto um link para baixar o aplicativo que permite o acesso. No e-mail indicado, o internauta recebe uma mensagem com link para clicar e confirmar o cadastro. Automaticamente é criada uma página que vai hospedar todas as transmissões já feitas. Logo no cadastro há uma lista para selecionar o modelo do aparelho, já que nem

Agência propõe alteração nos regulamentos de três serviços

[caption id="attachment_254" align="alignleft" width="150" caption="Anatel"]Anatel[/caption]

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu hoje a Consulta Pública 47, que propõe alteração do Regulamento do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), aprovado pela Resolução 426, de 9 de dezembro de 2005, do Regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP), aprovado pela Resolução 477, de 7 de agosto de 2007, e do Regulamento de Proteção e Defesa dos Direitos dos Assinantes dos Serviços de Televisão por Assinatura, aprovado pela Resolução 488, de 3 de dezembro de 2007.

A proposta em consulta visa a incluir, nos três regulamentos, I - direito do usuário a ter acesso ao conteúdo das gravações das chamadas por ele efetuadas à central de informação e de atendimento ao usuário da prestadora; e

Anatel publica consulta para operadores virtuais e banda H

[caption id="attachment_248" align="alignleft" width="120" caption="Serviços Móveis"]Serviços Móveis[/caption] A Anatel publicou nesta terça, dia 22, a consulta pública para o Regulamento sobre Exploração de Serviço Móvel Pessoal por meio de Rede Virtual (RRV-SMP). Trata-se do regulamento quie disciplinará o mercado de operadoras virtuais (conhecidas como MVNOs em outros países). Em linhas gerais, o regulamento proposto estabelece que o serviço de RRV-SMP (MVNO), é prestado por uma empresa credenciada sobre uma rede de uma empresa de SMP (chamada de prestadora origem). A empresa prestadora do serviço de RRV se credencia junto à Anatel, assim como a prestadora origem (detentora da rede) também deve se habilitar junto à Anatel para dar suporte ao serviço. A c

Anatel investiga prestação irregular de telefonia pela A.Telecom

[caption id="attachment_240" align="alignleft" width="120" caption="Telefônica"]Telefônica[/caption] Um caso inédito no setor de telefonia fixa tem agitado os bastidores da Anatel nos últimos meses e pode provocar uma mudança sensível na forma como as concessionárias de telecomunicações prestam serviços para clientes corporativos. O problema envolve uma das empresas do Grupo Telefônica. A fiscalização da agência constatou que a A.Telecom, antiga Atrium, está prestando serviços que iriam além do permitido pela sua licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). A A.Telecom foi flagrada celebrando contratos de oferta de telefonia fixa para clientes coorporativos que violam as regras do setor de telecomunicações. O caso foi classificado como "prestação clandestina de STFC" pela agência. Sob a ó